segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
sábado, 19 de outubro de 2013
Recurso pedagógico para o aluno DI
Objetivos Disciplinares: • Desenvolver o raciocínio na descoberta dos números; • Colocar em prática os números; • Estimular a organização no desenvolver da atividade. Objetivos Interdisciplinares: • Estimular a criatividade; • Estimular a percepção; • Objetivo: Trabalhar as diferentes formas geométricas planas com os alunos. • Objetivos Específicos: • Reconhecer as formas geométricas e identificar as semelhanças e diferenças entre elas; • Trabalhar as cores e discriminar tamanhos; • Desenvolver a habilidade de trabalhar em grupo.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Área de Tecnologia Assistiva (TA)
Muitos alunos podem
apresentar dificuldades na fala ou na escrita devido a impedimentos motores, cognitivos,
emocionais ou de outra deficiência. A área da Tecnologia Assistiva(TA), que se
destina a pessoa sem fala ou sem escrita funcional ou em defasagem entre sua
necessita de comunicativa e sua habilidade em falar e/ou escrever
(BERSCH&SCHIRMER,2005).
A imagem mostra uma
tesoura comum que é modificada através da colocação de um arame revestido de
borracha no local onde são colocados os dedos, fazendo com que ela permaneça
aberta, e facilite o movimento de recorte para alunos com problemas motores nas
mãos.
Na educação infantil todas
as crianças são orientadas quanto ao uso da tesoura. Alguns alunos possuem
maior facilidade, outros ainda mostram dificuldades, mas todos apreciam os efeitos
que ela proporciona.
No caso do aluno com deficiência
física (quando há limitação motora), para a execução da atividade de recorte, é
importante a disponibilidade de uma tesoura diferente para que ele possa manejá-la
com a habilidade que possui. Dessa forma podendo desenvolver as habilidades
motora fina.
Referencia
Sartoretto,
Mara Lúcia. A Educação Especial na
Perspectiva da Inclusão Escolar: recursos pedagógicos acessíveis a comunicação
aumentativa e alternativa/ Mara Lúcia Sartoretto, Rita de Cássia Reckziegel
Bersh. – Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial:
[Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010.
terça-feira, 30 de julho de 2013
AEE_Fechamento_Marisa
Atendimento Educacional Especializado: o papel do professor, estudo de caso e plano do AEE
Para assegurar a igualdade de direitos e com o objetivo de atender o novo conceito de educação especial abraçando as propostas da Política Nacional, se fez e se faz necessário grandes mudanças, e uma destas foram à implantação das Salas de Recursos Multifuncionais nas escolas regulares. De acordo com essa nova visão o professor destas salas tem como foco identificar, elaborar e produzir recursos pedagógicos de acessibilidade e estratégias levando em conta as especificidades dos alunos, ensinar e usar tecnologias, organizar o tipo e o número de atendimentos e elaborar e executar planos.
No intuito de levar o aluno a adquirir condições de acompanhar o que está sendo trabalhado na sala de aula, é preciso que o professor de atendimento educacional especializado esteja avaliando a funcionalidade e aplicabilidade dos recursos e busque junto à família parcerias com o serviço social, saúde e demais necessários. É imprescindível antes de iniciar qualquer proposta o conhecimento desse aluno através de uma investigação, observando-o no ambiente escolar, conversando, questionando, entrevistando professores e famílias até que se consiga chegar à causa do problema e de posses dessas informações trace planos para melhor desempenho desses alunos e. Inserido na sala de Recursos Multifuncionais o professor buscará desenvolver ao máximo as potencialidades desse educando com vistas a uma melhor interação pessoal, social, valorizando seu conhecimento prévio, utilizando material pedagógico conforme as necessidades, o interesse e a idade, de modo a facilitar o acesso deste ao currículo escolar.
Nesta busca em prol de uma escola para todos, o Atendimento Educacional Especializado contribui para uma nova concepção de prática pedagógica, através de um novo olhar, na avaliação e reavaliação de atitudes, no levantamento de questionamentos do saber e fazer pedagógico direcionado tanto ao reconhecimento das diferenças quanto das necessidades educacionais determinadas por tais diferenças, na provocação de encontros e busca de condições favoráveis ao desempenho escolar desse aluno. É certo que juntos, lado a lado, família, professor da sala regular, professor de AEE, envolvidos na mesma proposta edificam um ambiente colaborativo na compreensão de diferentes modos de aprender e ensinar, onde os alunos aprendem segundo suas capacidades e têm livre expressão de ideias.
Considero o estudo de caso como um dos pontos cruciais de um bom diagnóstico pedagógico. É ele que possibilita a integração das dimensões de passado, presente e futuro do aluno, permitindo perceber a construção ou não de sua própria continuidade e das diferentes gerações, ou seja, um estudo de caso bem elaborado possibilita o professor identificar as reais necessidades e potencialidades do aluno. Como esse instrumento o professor organiza o plano de trabalho pedagógico e outras necessidades que o educando necessita tanto na área pedagógica como na área da saúde e social
O plano de AEE orienta o professor de que maneira que possam eliminar barreiras que impedem o educando de ter acesso ao que lhe é ensinado na sua turma da escola comum, garantindo – lhes a participação no processo escolar e na vida social em geral, segundo suas capacidades, identifica, elaboram, produz e organiza serviços e recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias, considerando as necessidades especificas dos alunos de forma a construir um plano de atuação para colaborar com a aprendizagem de cada educando.
terça-feira, 21 de maio de 2013
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